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ALGUMAS DICAS DA LINGUAGEM NÁUTICA
Quem está ingressando no meio náutico precisa conhecer os termos mais usados pelos marinheiros. São eles:

- Casco: parte principal do barco sem o convés;
- Convés: parte superior do barco que fecha o casco;
- Proa: parte dianteira da embarcação;
- Popa: parte traseira do barco;
- Bordos: as laterais da embarcação;
- Boreste ou Estibordo: bordo direito, no sentido popa-proa;
- Bombordo: bordo esquerdo, no sentido popa-proa;
- Cockpit: lugar onde as pessoas ficam na popa;
- Flybridge: comando superior;
- Gaiútas ou escotilhas: tampas no convés para a passagem de gente, carga, iluminação ou ventilação;
- Vigias: janelas para ventilação e iluminação;
- Quilha: parte mais central do casco onde são fixadas as outras peças estruturais;
- Cavernas: vigas transverais à quilha;
- Longarinas: vigas longirudinais paralelas à quilha. Junto com as cavernas formam a estrutura ou chasis do barco;
- Superestrutura: qualquer construção acima do convés;
- Espelho de popa: parte extrema da popa, onde são fixados os motores;
- 1 Pé: 30,48 cm
- 1 Nó: 1,852 km/hora
- 1 Milha/hora – 1,61 km/hora
- Cabo: o mesmo que corda
- Gelcoat: camada mais externa do casco de um barco, geralmente branca, que tem a função de proteger e impermeabilizar a fibra.

barco certo foto 10DETALHES BUROCRÁTICOS DA VIDA NÁUTICA

REGISTRO NA CAPITANIA DOS PORTOS
A inscrição de um barco na Capitania dos Portos deve ser feita até 15 dias depois da compra, mediante a apresentação dos documentos requisitados. Sem o registro, fica vetado ao proprietário o uso da embarcação.

O registro poderá ser transferido para outro Estado sem maiores problemas, já que as Capitanias são órgãos federais.

A ESCOLHA DO NOME
Ao registrar a embarcação é preciso escolher um nome. Para evitar repetição, certifique-se junto à Capitania onde será feito o registro, se o nome escolhido já existe. Caso o nome escolhido já exista, é possível acrescentar um número em algarismo romano ao final. No caso de embarcações classificadas para navegação oceânica, não é permitida a repetição de nomes. Ao comprar um barco usado, é possível trocar o nome no ato da transferência de propriedade. Se o proprietário se cansar de um nome, poderá, da mesma forma, requerer a mudança na Capitania onde foi feito o registro.

COMO TIRAR HABILITAÇÃO
É obrigatório para o condutor de um barco de lazer ter carteira de habilitação emitida pela Marinha na categoria veleiro, motonauta, arrais, mestre ou capitão amador. A mais comum é a de arrais amador, que permite conduzir embarcações a vela ou motor em águas interiores (rios, represas, baías, etc.).

Embora a Marinha não exija exame prático, a grande maioria dos cursos oferece essa opção. O comandante Geraldo Luiz Miranda de Barros, autor de diversos livros de formação náutica, entre eles “Navegar é Fácil” , acha imprescindível uma preparação teórica sólida, mas não descarta a necessidade do conhecimento prático na formação de um bom navegador: “Sempre falo para meus alunos que, logo depois de formados procure navegar com amigos mais experientes”, disse em entrevista à Revista Náutica.

CURSOS DE FORMAÇÃO
Em todo o Brasil existem cursos de formação de condutores de barcos a motor e a vela. Os clubes e as marinas, quando não oferecem aulas, costumam indicar bons cursos. Veja abaixo o que o aspirante a cada categoria precisa aprender para obter a habilitação:


ARRAIS AMADOR:
Nomeclatura náutica, normas e leis de trânsito no mar, combate a incêndio, primeiros socorros, introdução às cartas náuticas e regras de governo de embarcações.
Habilitação: Condução de barcos a remo, vela ou motor nos limites da navegação interior (água doce e águas marítimas abrigadas, como canais e baías).
Exigências: Idade mínima para prestação de exame: 18 anos.

MESTRE AMADOR:
Navegação costeira (baseada em pontos notáveis como faróis e ilhas) e estimada; leitura de cartas náuticas, declinação magnética, desvio da agulha, navegação concorrente, marcações e instrumentos náuticos
Habilitação: Condução de barcos a remos, vela ou motor entre portos nacionais e estrangeiros nos limites na navegação costeira (até 20 milhas ou 37 km da costa).
Exigências: Habilitação de arrais amador.

CAPITÃO AMADOR:
Navegação astronômica e eletrônica; meteorologia estabilidade da embarcação.
Habilitação: Condução de barcos a remos, vela ou motor entre portos nacionais e estrangeiros, sem limite de afastamento da costa.
Exigências: Habilitação de mestre amador.

MOTONAUTA:
O curso é praticamente igual ao de arrais. Por isso, a maioria dos interessados prefere o curso de arrais.
Habilitação: Condução de jets nos limites da navegação interior.
Exigências: Idade mínima: 18 anos.

VELEIRO:
Noções gerais de navegação. Os cursos habilitam apenas a velejar em caráter de lazer ou competição.
Habilitação: Navegação interior em veleiros monotipos (com menos de 6 metros de comprimento, fabricados em série) sem propulsão a motor.
Exigências: Idade mínima: 8 anos (os pais respondem sobre por
questões legais sobre o uso do barco). Não há exame.

Os próprios cursos encaminham suas listas de aprovados para a Marinha.